Conclusões
Como já sabem, fui de férias para o algarve. Lá consegui alguma inspiração, não muita, mas alguma, muito pouca, vá lá.
Fui para o Algarve ver as "babes" e isto deixou-me a pensar, até por que fui com a minha namorada (para as meninas: eu estou livre, mesmo) e ela não gostou muito. "Babes", porquê "babes", ou "beefas"? Por que se deixaram de usar os nossos, tão belos, termos para descrever o sexo oposto? Temos palavras tão bonitas. As miudas: "Vamos ver miudas, vamos."; as "gajas": "Ei! Olha para aquela "gaja".". As moçoilas madeirenses (lê-se moçóilha) e as catraias açorianas (catróias). As nossas meninas, jeitosas, boazonas, não são "babes", são mulheres. Por que havemos nós de andar a assassinar a nossa língua mãe? Não entendo. As "babes"... "Ah! E tal. Vamos ver as "babes".". Vamo ver bebés? Mas agora somos todos pedófilos? E as "beefas"? O que são "beefas"? Pedaços do lombo da vaca com uma vagina? Quanto mais não seja chamemos-lhes fêveras, bifes do vazio, ou do lombo, ou da rabada, costeletas mindinhas, sei lá. Agora "beefas"... Por amor do senhor lá de cima, que tem andado bastante ocupado, parem lá com estes nomes, meio ingleses meio "tuga", meio chineses. Sejam nacionais, nacionalistas patrióticos. Já começamos a parecer os "imigras", que vão passar dois dias ao estrangeiro e já vêm com sotaque. "Jean Alesi, vien ici, vien, anda cá meu grandessíssimo filho da mãe que te fez, para não ser mal educado, que te vou rebentar essa tromba toda.". Gosto bastante destas pessoas, a sério, são o chamado póliglota. Falam várias línguas ao mesmo tempo. Já cheguei a ouvir um casal falar francês, português e a mesma língua que os Blasted Mechanism inventaram numa frase só e olhem que eu acho que só mesmo os Blasted é que percebem essa linguagem, por isso imaginem a inteligência dessas pessoas, a capaidade de entendimento das línguas estrangeiras e alienígenas, mesmo. Outro facto interessante é que os únicos que não vêm com sotaque são os imigrantes na Alemanha e na Holanda, primeiro porque é impossível que um "tuga" médio consiga, só através do ouvido, aprander qualquer uma das duas línguas e depois porque, na Holanda, ou passam os dias feitos escravos em campos de flores, ou estão na "red light district", o destrito da luz vermelha (eu, sim, sei fazer traduções decentes e não precisei de nenhum curso superior (aproveito para criticar as nossas traduções a filmes e programas estrangeiros)) com a boca e os ouvidos ocupados com a genitália das senhoras que lá estão expostas nas montras feitas bibelot( termos estúpido e estrangeirado) para pôr por cima da lareira lá em casa. Por isso, se somos portugueses, dentro do nosso país e num acto extremamente patriótico, falemos a nossa bela, mesmo muito bela, língua. Até porque é das línguas mais dificeis de aprender em todo o mundo (facto comprovado, é mesmo complicada) e ninguém nos entende, podemos insultar quem quisermos, incluindo espanhois e brasileiros.
Com isto, tenho dito. Admito que não tem piada, mas também já estão habituados a que não tenha piada. Ainda assim estava capaz de deixar o meu contacto para espectáculos, mas resisti, foi difícil, mas consegui resistir, sou mesmo forte, não vou colocar, não vou mesmo escrever o meu número aqui, não vou, a sério que não vou, juro, eu consigo, eu sou forte. Ok! Agora estou a ser parvo e a usar termos estrangeirados para exprimir um consentimento consentido, ou algo parecido com: "Está bem.".
Ide em paz e que o senhor, lá de cima, está claro, vos acompanhe, ou vos a champagne. Lá está o termo estrangeirado no caminho da luz outra vez, lá está ele a chatear e a ser incomodo.
Vá inde, procriai e sende felizes. E não ligueis aos meus erros ortográficos. Senhores correctores de exame, não me tirem o meu 18, por que eu na realidade não dou erros ortográficos.
Fui para o Algarve ver as "babes" e isto deixou-me a pensar, até por que fui com a minha namorada (para as meninas: eu estou livre, mesmo) e ela não gostou muito. "Babes", porquê "babes", ou "beefas"? Por que se deixaram de usar os nossos, tão belos, termos para descrever o sexo oposto? Temos palavras tão bonitas. As miudas: "Vamos ver miudas, vamos."; as "gajas": "Ei! Olha para aquela "gaja".". As moçoilas madeirenses (lê-se moçóilha) e as catraias açorianas (catróias). As nossas meninas, jeitosas, boazonas, não são "babes", são mulheres. Por que havemos nós de andar a assassinar a nossa língua mãe? Não entendo. As "babes"... "Ah! E tal. Vamos ver as "babes".". Vamo ver bebés? Mas agora somos todos pedófilos? E as "beefas"? O que são "beefas"? Pedaços do lombo da vaca com uma vagina? Quanto mais não seja chamemos-lhes fêveras, bifes do vazio, ou do lombo, ou da rabada, costeletas mindinhas, sei lá. Agora "beefas"... Por amor do senhor lá de cima, que tem andado bastante ocupado, parem lá com estes nomes, meio ingleses meio "tuga", meio chineses. Sejam nacionais, nacionalistas patrióticos. Já começamos a parecer os "imigras", que vão passar dois dias ao estrangeiro e já vêm com sotaque. "Jean Alesi, vien ici, vien, anda cá meu grandessíssimo filho da mãe que te fez, para não ser mal educado, que te vou rebentar essa tromba toda.". Gosto bastante destas pessoas, a sério, são o chamado póliglota. Falam várias línguas ao mesmo tempo. Já cheguei a ouvir um casal falar francês, português e a mesma língua que os Blasted Mechanism inventaram numa frase só e olhem que eu acho que só mesmo os Blasted é que percebem essa linguagem, por isso imaginem a inteligência dessas pessoas, a capaidade de entendimento das línguas estrangeiras e alienígenas, mesmo. Outro facto interessante é que os únicos que não vêm com sotaque são os imigrantes na Alemanha e na Holanda, primeiro porque é impossível que um "tuga" médio consiga, só através do ouvido, aprander qualquer uma das duas línguas e depois porque, na Holanda, ou passam os dias feitos escravos em campos de flores, ou estão na "red light district", o destrito da luz vermelha (eu, sim, sei fazer traduções decentes e não precisei de nenhum curso superior (aproveito para criticar as nossas traduções a filmes e programas estrangeiros)) com a boca e os ouvidos ocupados com a genitália das senhoras que lá estão expostas nas montras feitas bibelot( termos estúpido e estrangeirado) para pôr por cima da lareira lá em casa. Por isso, se somos portugueses, dentro do nosso país e num acto extremamente patriótico, falemos a nossa bela, mesmo muito bela, língua. Até porque é das línguas mais dificeis de aprender em todo o mundo (facto comprovado, é mesmo complicada) e ninguém nos entende, podemos insultar quem quisermos, incluindo espanhois e brasileiros.
Com isto, tenho dito. Admito que não tem piada, mas também já estão habituados a que não tenha piada. Ainda assim estava capaz de deixar o meu contacto para espectáculos, mas resisti, foi difícil, mas consegui resistir, sou mesmo forte, não vou colocar, não vou mesmo escrever o meu número aqui, não vou, a sério que não vou, juro, eu consigo, eu sou forte. Ok! Agora estou a ser parvo e a usar termos estrangeirados para exprimir um consentimento consentido, ou algo parecido com: "Está bem.".
Ide em paz e que o senhor, lá de cima, está claro, vos acompanhe, ou vos a champagne. Lá está o termo estrangeirado no caminho da luz outra vez, lá está ele a chatear e a ser incomodo.
Vá inde, procriai e sende felizes. E não ligueis aos meus erros ortográficos. Senhores correctores de exame, não me tirem o meu 18, por que eu na realidade não dou erros ortográficos.
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