Assunto Sério
É verdade, desta vez vou-me afastar da parvoíce e vou, provando que sou capaz, ao contrário do que pensam, escrever sobre algo muito sério. A crescente violência que começa a preocupar a população nacional.
Os crimes violentos têm aumentado, como se pode ouvir e ler nas notícias. Mas há uma solução para isto e é mais do que evidente. É preciso é querer pô-la em prática e isso deve partir de cima, do poder, do governo nacional.
O que proponho é que se façam alterações, urgentes, às nossas leis, se abram instituições prisionais de alta segurança e se reformulem todas as outras. Num país em que ir parar à cadeia é melhor do que andar cá fora, o crime é inevitável. Conheço, de ouvir falar, casos de pessoas que estiveram ou estão presos e adoram aquilo. Têm acesso facilitado às drogas, televisão e consolas de jogos, última geração, nas celas, cama, comida e roupa lavada, sem esforço. Isto é um luxo, grande demais, para quem devia estar a ser punido pelo crime que cometeu. Estas coisas deviam desaparecer das cadeias nacionais. Acabava-se a televisão, o divertimento. Há que mostrar que estão errados, obrigá-los a trabalhar a lutar, para merecerem a sua segunda oportunidade, fazê-los perceber que erraram. E se temos, na realidade, criminosos perigosos, entre nós, estes deviam ser inseridos em prisões de alta segurança. A construção de novas prisões, com melhores e mais seguras condições, criava novos postos de trabalho (ajudava na economia e no desemprego) e aumentava a segurança nacional.
A lei tem, também, de ser alterada. Uma pena máxima de vinte e cinco anos que pode ser reduzida para dez e dá a possibilidade de, por bom comportamento, sair em liberdade ao fim de cinco, não é eficaz. Aumentar a pena máxima e impossibilitar que se saia sem que esta seja cumprida é uma solução viável.
Fornecer, às nossas forças de segurança (polícias e militares), material mais eficaz e incutir o uso de "tasers" (pistolas de choques) e spray de gás pimenta, bem como pistolas a funcionar (já que os agentes correm, algumas vezes, risco de vida) e a formação adequada para o uso deste material e sobre as situações em que deve ser utilizado, é algo imprescindível, que tem, mesmo, de ser feito. Procurar e desmantelar as redes mafiosas no nosso país e as armas ilegais que por aí circulam.
A última e, talvez, a mais polémica das medidas que proponho é a reabertura das alfândegas e postos fronteiriços. Não para impedir a entrada e sáida das pessoas no nosso país, mas para controlar o que entra no nosso pais. Assim impedia-se a entrada de drogas, armas e material ilegal, vindo do estrangeiro.
A despenalização de algumas drogas também podia ser útil, já que alguns destes casos se relacionam com a falta de dinheiro para elas, ou, mesmo, com a falta de droga.
Estas são as minhas propostas.
Depois de um post tão sério, o próximo será o regresso à parvoíce. Obrigado.
Os crimes violentos têm aumentado, como se pode ouvir e ler nas notícias. Mas há uma solução para isto e é mais do que evidente. É preciso é querer pô-la em prática e isso deve partir de cima, do poder, do governo nacional.
O que proponho é que se façam alterações, urgentes, às nossas leis, se abram instituições prisionais de alta segurança e se reformulem todas as outras. Num país em que ir parar à cadeia é melhor do que andar cá fora, o crime é inevitável. Conheço, de ouvir falar, casos de pessoas que estiveram ou estão presos e adoram aquilo. Têm acesso facilitado às drogas, televisão e consolas de jogos, última geração, nas celas, cama, comida e roupa lavada, sem esforço. Isto é um luxo, grande demais, para quem devia estar a ser punido pelo crime que cometeu. Estas coisas deviam desaparecer das cadeias nacionais. Acabava-se a televisão, o divertimento. Há que mostrar que estão errados, obrigá-los a trabalhar a lutar, para merecerem a sua segunda oportunidade, fazê-los perceber que erraram. E se temos, na realidade, criminosos perigosos, entre nós, estes deviam ser inseridos em prisões de alta segurança. A construção de novas prisões, com melhores e mais seguras condições, criava novos postos de trabalho (ajudava na economia e no desemprego) e aumentava a segurança nacional.
A lei tem, também, de ser alterada. Uma pena máxima de vinte e cinco anos que pode ser reduzida para dez e dá a possibilidade de, por bom comportamento, sair em liberdade ao fim de cinco, não é eficaz. Aumentar a pena máxima e impossibilitar que se saia sem que esta seja cumprida é uma solução viável.
Fornecer, às nossas forças de segurança (polícias e militares), material mais eficaz e incutir o uso de "tasers" (pistolas de choques) e spray de gás pimenta, bem como pistolas a funcionar (já que os agentes correm, algumas vezes, risco de vida) e a formação adequada para o uso deste material e sobre as situações em que deve ser utilizado, é algo imprescindível, que tem, mesmo, de ser feito. Procurar e desmantelar as redes mafiosas no nosso país e as armas ilegais que por aí circulam.
A última e, talvez, a mais polémica das medidas que proponho é a reabertura das alfândegas e postos fronteiriços. Não para impedir a entrada e sáida das pessoas no nosso país, mas para controlar o que entra no nosso pais. Assim impedia-se a entrada de drogas, armas e material ilegal, vindo do estrangeiro.
A despenalização de algumas drogas também podia ser útil, já que alguns destes casos se relacionam com a falta de dinheiro para elas, ou, mesmo, com a falta de droga.
Estas são as minhas propostas.
Depois de um post tão sério, o próximo será o regresso à parvoíce. Obrigado.
Tantas vírgula alteram o significado do texto/frases. Utilize-as apenas quando necessário.
ResponderEliminarÉ apenas um conselho :)
Eu... ora bem.. discordo!
ResponderEliminarDiscordo nos seguintes aspectos:
1- Quando falas de facilitismos na prisão e que ir para a lá se tornou num luxo e que para alguns é melhor estar lá dentro do que cá fora... Olha q não é bem assim. A vida na prisão é negra. Insustentável. Homens... e sobretudo pós-adolescentes sofrem muito com a prisão. São violados, entram no mundo da droga, etc, etc... talvez até saiam de lá pior do que quando entraram.
2- Eu concordo perfeitamente com a pena de 25 anos. Apenas tem um "se não" que tu, a meu ver, referiste muito bem. Que é o facto de essa pena ser atenuada... e passar a ser bem mais leve (mas não apenas 5 anos para quem apanhou 25 lol).
Penso que a prisão perpétua nem a pena de morte não leva a lado nenhum no que toca a pôr "FIM" à violência, muito pelo contrário...
3- Por último acho que a violência não implica no nosso país uma atenção e prioridade máxima. Uma pessoa que ande em Portugal na rua vai bem mais segura do que se andar nas ruas de Espanha, Itália, Grécia, Holanda e por aí fora...
É um caso que precisa de bastante atenção dos nossos orgãos máximos mas penso que existem outras prioridades bem mais relevantes e urgentes.
Gostei, continua!
Um abraço.
Anónimo, não sei quem é, mas obrigado pelo conselho. Vou tentar escrever com menos vírgulas.
ResponderEliminarDiscordo de ti manuel pois eu em antes de cometer um crime , e soubesse que as consequencias de ser apanhado seria a prisao perpetua ou pena de morte , pensaria duas vezes antes de o fazer!!
ResponderEliminarA solução creio passa por equipar a policia melhor e arranjar muitos mais efectivos, dar mais liberdade de manobra...
Outra coisa são os media, quando ha um homicidio no Porto no dia seguinte a outro em Santarem , Braga...etc com isto quero dizer que os media durante essa semana toda vao andar atras de homicidios para fazer noticia , depois ha este alarmismo todo!!
Abraço!
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarAgoro discordo eu de ti Emanuel.
ResponderEliminarPena de morte e prisão perpétua nunca foram soluções para nada. Se reparares estatisticamente... nos EUA existe pena de morte e no entanto nesse país sobretudo em Nova York e arredores existe uma enorme onda de violência extrema à escala mundial! Ou seja, este é um pequeno exemplo entre muitos outros bem conhecidos que a pena de morte não leva aos criminosos "pensarem duas vezes". Quando um criminoso comete um crime pensa sempre que se vai safar, se assim não fosse não arriscaria o crime. Daí ignorarem as consequências. Sejam elas pena de morte ou apenas 25 anos de prisão.
Mas mesmo que a pena de morte ou a prisão perpétua tivessem algum efeito ninguém no mundo poderia ter direito ou moral para tirar uma vida. Mesmo que essa vida já tenha feito os piores dos horrores.
Um abraço
6 de Março de 2008 23:31
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Foi preciso tocar num assunto sério para pôr as pessoas a participar. Tenho que fazer isto mais vezes. Mas estão a abusar. Eu não disse que podiam discordar de mim, por isso, faz favor concordar com a palavra de deus (eu). Está bem?
ResponderEliminarVolto a discordar... Nova Iorque é uma das cidades com mais população dos USA , bem até acho que tem mais população do que Portugal.Nova Iorque é um melting pot , varias etnias , mais tensao racial mais xenofobia.Ja para nao falar na diferença gritante entre pobres e ricos, pois tb ha ghettos em Nova Iorque , e finalmente o acesso facilitado a armas.
ResponderEliminarNos tb temos isto tudo, mas n é nada comparativo a imagem dos USA.
O caso dos USA ja não passa por encontrar novas maneiras de punir mas sim modificar algumas leis como o acesso a armas...ah tb nao podemos comparar um pais como USA com este penico a beira mar plantado , aqui a maioria dos crimes ,quer acredites ou não, são motivados por razoes passionais la é pk eu n gosto do prof de mat. entro na escola e mato toda a gente.As mentalidades sao muito diferentes!
"Mas mesmo que a pena de morte ou a prisão perpétua tivessem algum efeito ninguém no mundo poderia ter direito ou moral para tirar uma vida."
Nao gostaria de te ver na pele do irmao da menina X de 4 que foi violada, ou ate na pele de filho do pai Y que se recusou a entregar o carro e foi morto...e que no final do julgamento o criminoso leva 10 anos e ja é bem bom!!
Abraço
Ainda bem que te decidiste a escrever sobre um assunto sério. gostei da tua argumentação, embora discorde dela em alguns pontos e concorde com a opinião do Manuel ( em geral).
ResponderEliminarQuanto às vírgulas, não sei quem fez o comentário, mas elas estão muito bem colocadas, ou seja, não há nenhuma mal empregue. Gostar ou não é só uma questão de estilo, por isso, não precisas de tentar escrever com menos, pois seguiste bem a s regras da pontuação.
Uma pequena correcção ao meu comentário: há dois ou três casos de vírgulas que estão em exagero. Eu depois digo-te quais.
ResponderEliminarmeu caro, deste-me razão.
ResponderEliminarÉ verdade tudo isso que referiste em relação ao que se passa nos EUA:"Nova Iorque é um melting pot , varias etnias , mais tensao racial mais xenofobia.Ja para nao falar na diferença gritante entre pobres e ricos, pois tb ha ghettos em Nova Iorque , e finalmente o acesso facilitado a armas"
É verdade existe isso tudo. E é mais uma prova de que a pena de morte não serve para nada naquele país. Não vai aumentar nem diminuir nada. É demasiado óbvio..... A pena de morte não está lá a fazer nada... em vez de se preocuparem com a pena de morte deviam,isso sim, reforçar a segurança. Mais vale prevenir do que remediar. Ou seja, dificultar o acesso às armas como já muito bem referiste.
Agora,
sim, se eu estivesse "na pele do irmao da menina X de 4 que foi violada, ou ate na pele de filho do pai Y que se recusou a entregar o carro e foi morto...e que no final do julgamento o criminoso leva 10 anos e ja é bem bom!!" ficaria deveras irritado, desejando a morte do criminoso com toda a raiva do mundo. Estaria envolvido num profundo sentimento de ódio e de vingança. Mas não me daria o direito de tirar-lhe a vida. Poderia saber-me bem a vingança... Mas não tinha o direito de o fazer.
Embora saiba que na altura não pensaria assim... Parece-me simples.
Abraço.
Continua com temas destes pikas