O Sexo e os Homens
Dose dupla, hoje.
Vamos falar de sexo. Mas só entre homens.
Há uma coisa que as mulheres não entendem. Nós não somos burros, bem, alguns talvez sejam, mas a maioria nem é burra, nem é parva. O sexo, para nós homens, é uma coisa muito importante. É como o pólen para as abelhas, como a água para o peixe, como as criancinhas para a Floribella. Nós, homens, sem sexo não vivemos. Ser virgem é a mesma coisa que carregar uma cruz, montanha acima, sendo chicoteado, ao mesmo tempo, como Jesus fez. E o nosso sexo, o nosso orgão, o mordomo, o Chico, o marsápio, a cobra cuspideira zarolha, o amigo lá de baixo, o piroco (acho que já captaram a ideia), é a coisa mais importante e valiosa que um homem tem. Bem como o seu tamanho. Todos nós temos complexos em relação ao tamanho do membro que possuimos. Os que não têm, das duas uma, ou é porque têm um pilau bem grandinho, ou então têm a barriga grande demais e não o vêem há anos. Ora, posto isto, as mulheres pensam que nos enganam com aquelas tretas de: "O tamanho, não é importante.", "O que conta é o que fazes com ele."; e bla, bla, bla, bla, bla, bla. Fazem de nós, seres superiores, parvos. Mas as piores são aquelas que vêm de uma relação anterior. A gente, na nossa mais pura inocência pergunta: "O dele era maior? Deixava-te mais satisfeita?"; e elas respondem na sua mais (im)pura sinceridade: "Não faço comparações.", "Não.", "Já não me lembro."; e outras desculpas esfarrapadas. Se há coisa que nós homens sabemos, e nisto eu tenho a certeza do que falo e que todos nós temos experiência nesta área, é que as mulheres não esquecem nada. Quando é para nos atacar, para chatear a cabeça aos santinhos, que somos, com um tampo de sanita levantado, um vestido que não compraram, um olhar mais prolongado para outra mulher, elas lembram-se de tudo, mesmo ao fim de 100 anos de casamento, agora, do pénis do ex, com quem acabaram há dois dias, só para nos dar uma confiança, um outro ar, elas já não se lembram. Isto, meus amigos, é fazer o mesmo que o nosso governo nos está a fazer, é atirar areia para os olhos, que dói, e fazer dos homens, governadores de toda a terra, senhores deste mundo e dos outros também, parvos. "O país está em abrandamento económico." = "O país está na merda."; "O teu é melhor, anda lá aqui." = "Tens uma gaita piquenina, mas anda cá que já não me aguento e qualquer coisa serve.". É exactamente o mesmo.
Estou a ficar triste. Não é que os meus poucos centímetros de masculinidade não me agradem, mas estou solidário com todos os meus irmãos.
Vou acabar por aqui, antes que desate numa choradeira pegada, só vista quando uma mulher quer mesmo um par de sapatos, giríssimos, que viu na montra, no shopping e não os pode comprar.
Cumprimentos.
Vamos falar de sexo. Mas só entre homens.
Há uma coisa que as mulheres não entendem. Nós não somos burros, bem, alguns talvez sejam, mas a maioria nem é burra, nem é parva. O sexo, para nós homens, é uma coisa muito importante. É como o pólen para as abelhas, como a água para o peixe, como as criancinhas para a Floribella. Nós, homens, sem sexo não vivemos. Ser virgem é a mesma coisa que carregar uma cruz, montanha acima, sendo chicoteado, ao mesmo tempo, como Jesus fez. E o nosso sexo, o nosso orgão, o mordomo, o Chico, o marsápio, a cobra cuspideira zarolha, o amigo lá de baixo, o piroco (acho que já captaram a ideia), é a coisa mais importante e valiosa que um homem tem. Bem como o seu tamanho. Todos nós temos complexos em relação ao tamanho do membro que possuimos. Os que não têm, das duas uma, ou é porque têm um pilau bem grandinho, ou então têm a barriga grande demais e não o vêem há anos. Ora, posto isto, as mulheres pensam que nos enganam com aquelas tretas de: "O tamanho, não é importante.", "O que conta é o que fazes com ele."; e bla, bla, bla, bla, bla, bla. Fazem de nós, seres superiores, parvos. Mas as piores são aquelas que vêm de uma relação anterior. A gente, na nossa mais pura inocência pergunta: "O dele era maior? Deixava-te mais satisfeita?"; e elas respondem na sua mais (im)pura sinceridade: "Não faço comparações.", "Não.", "Já não me lembro."; e outras desculpas esfarrapadas. Se há coisa que nós homens sabemos, e nisto eu tenho a certeza do que falo e que todos nós temos experiência nesta área, é que as mulheres não esquecem nada. Quando é para nos atacar, para chatear a cabeça aos santinhos, que somos, com um tampo de sanita levantado, um vestido que não compraram, um olhar mais prolongado para outra mulher, elas lembram-se de tudo, mesmo ao fim de 100 anos de casamento, agora, do pénis do ex, com quem acabaram há dois dias, só para nos dar uma confiança, um outro ar, elas já não se lembram. Isto, meus amigos, é fazer o mesmo que o nosso governo nos está a fazer, é atirar areia para os olhos, que dói, e fazer dos homens, governadores de toda a terra, senhores deste mundo e dos outros também, parvos. "O país está em abrandamento económico." = "O país está na merda."; "O teu é melhor, anda lá aqui." = "Tens uma gaita piquenina, mas anda cá que já não me aguento e qualquer coisa serve.". É exactamente o mesmo.
Estou a ficar triste. Não é que os meus poucos centímetros de masculinidade não me agradem, mas estou solidário com todos os meus irmãos.
Vou acabar por aqui, antes que desate numa choradeira pegada, só vista quando uma mulher quer mesmo um par de sapatos, giríssimos, que viu na montra, no shopping e não os pode comprar.
Cumprimentos.
Li-te no WorldArtFriends... vim ver o teu blog antes mesmo de te fazer qualquer comentário aos teus poemas!
ResponderEliminarPolémico, controverso, revoltado...povoas-nos a mente de imagens e cenários de enlouquecer...
O teu blog requer uma leitura atenta.
Mas gostei do que li!
Abraço
És do piorio....mas mm assim nao consegui parar de rir!!
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