Hey Teachers, Leave the Ministra Alone
Eu recuso-me a falar novamente na avaliação dos professores, mas o que é feito do Chato quando é preciso? Onde estava ele com o seu: "Vais mas é trabalhar, ó!"? Porque não foi à vigília dos professores, em frente ao ministério? Devia ter ido. Se esses senhores trabalhassem mais e se queixassem menos, ou fizessem menos vigílias, "manifs", ou greves, davam mais aulas (mas isso eles não querem), ou tinham já a avaliação feita e prontinha a entregar (mas isso eles também não querem). Mas não, não fazem. "Vamo-nos manifestar, porque trabalhamos muito e temos só um dia de folga por semana. E não queremos ser avaliados, porque estamos muito bem a dar aulas e a cagar nos alunos rebeldes.". E os comuns dos mortais que trabalham, não quatro, nem cinco, mas seis, ou, até mesmo, sete dias por semana, oito horas por dia? Também nos podemos manifestar? Vamos fazer vigílias para a frente do ministério do trabalho e ficar todos sem emprego? Vamos! Vamos pedir mais regalias e perder o pouco que ganhamos ao fim do mês? Vamos, lá! Ganhem juízo, senhores Drs., mestres, primos e companhia limitada. Não sei porquê, não se vê um único professor do ensino privado nesta história, nem um para a contar. Por que será?
Bem, não digo mais nada, porque já sei que vou ser crucificado.
Cumprimentos.
Bem, não digo mais nada, porque já sei que vou ser crucificado.
Cumprimentos.
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