O Forretismo
De vez em quando lá tenho um rasgo de inspiração e venho cá escrever umas coisas.
Hoje vou falar de forretas. Conheço uma pessoa que não faz mais senão pensar em dinheiro. Passa a vida, literalmente, a pensar em notas e moedas, mesmo as mais pequeninas. Em quase 26 anos da minha (estou a ficar velho), sempre a ouvi dizer que não há dinheiro, não temos, temos muitos problemas, somos probrezinhos, bla, bla, bla bla... Não gasta um centavo, cêntimo, agora com os euros é cêntimos. E, tal como essa pessoa, há milhares de milhões de outras, espalhadas por esse mundo fora. Por isso, decidi dedicar este post a eles. Por quê? Porque, primeiro: eu não acho que estas pessoas sejam felizes. Não são. Não podem ser. Estão sempre a tentar descobrir maneiras de não gastar seja o que for. De ir tirar um cêntimo aqui para pôr ali e vice-versa. E segundo: porque me apetece. Muitas destas pessoas não vão à casa-de-banho para não gastarem papel, que é caro, e para não sujar as cuecas que, consequentemente, terão de lavar e isso gasta água para "xuxú" e a água também não está barata. Com medo de ficarem sem dinheirinho nenhum, estas pessoas passam as horas a conta-lo, até mesmo a dormir. O preço do petróleo sobe: "Ai Jesus, o petróleo a subir outra vez!". Eles nem andam de carro que gasta gasolina e pneus e precisa de travões e peças que custam dinheiro. Porque raio lhes faz tanta alição que o preço do crude suba. São tão forretas que até têm uma saúde de ferro, para nem terem de ir ao médico. Muita desta gente nem vai morrer, para não ter de pagar o funeral, ou deixar uma herança seja lá a quem for. "Eu vou viver para sempre, para não gastar dinheiro com a minha morte." - dizem eles. Não fazem férias, não saem à noite, não vão ao cinema, não fazem amor para não comprar preservativos, ou outro qualquer sistema contraceptivo. O que é que eles fazem? Preocupam-se com as notinhas e as moedinhas que, coitadinhas, não se sabem cuidar, nem contar, sozinhas. Onde está a diversão e a felicidade disto? Em lado nenhum. Cresçam.
Meus amigos, gastem dinheiro e divirtam-se. Sejam felizes que é o mais importante. Há por aí tanto sem abrigo e família pobre sempre com um sorriso na cara. Nós que temos um tecto por cima da cabeça, um carro e não mais que luxos, devíamos ter, não um, mas dois sorrisos. Que se **** (não vou dizer mais palavrões para não me chatearem) o dinheiro.
E era isto que tinha para escrever. Já dizia o Raúl Solnado: "Façam o favor de ser felizes!". E mais não digo.
Cumprimentos.
P.S.: Eu a dar conselhos morais? Algo vai mal no país Ricardino.
Hoje vou falar de forretas. Conheço uma pessoa que não faz mais senão pensar em dinheiro. Passa a vida, literalmente, a pensar em notas e moedas, mesmo as mais pequeninas. Em quase 26 anos da minha (estou a ficar velho), sempre a ouvi dizer que não há dinheiro, não temos, temos muitos problemas, somos probrezinhos, bla, bla, bla bla... Não gasta um centavo, cêntimo, agora com os euros é cêntimos. E, tal como essa pessoa, há milhares de milhões de outras, espalhadas por esse mundo fora. Por isso, decidi dedicar este post a eles. Por quê? Porque, primeiro: eu não acho que estas pessoas sejam felizes. Não são. Não podem ser. Estão sempre a tentar descobrir maneiras de não gastar seja o que for. De ir tirar um cêntimo aqui para pôr ali e vice-versa. E segundo: porque me apetece. Muitas destas pessoas não vão à casa-de-banho para não gastarem papel, que é caro, e para não sujar as cuecas que, consequentemente, terão de lavar e isso gasta água para "xuxú" e a água também não está barata. Com medo de ficarem sem dinheirinho nenhum, estas pessoas passam as horas a conta-lo, até mesmo a dormir. O preço do petróleo sobe: "Ai Jesus, o petróleo a subir outra vez!". Eles nem andam de carro que gasta gasolina e pneus e precisa de travões e peças que custam dinheiro. Porque raio lhes faz tanta alição que o preço do crude suba. São tão forretas que até têm uma saúde de ferro, para nem terem de ir ao médico. Muita desta gente nem vai morrer, para não ter de pagar o funeral, ou deixar uma herança seja lá a quem for. "Eu vou viver para sempre, para não gastar dinheiro com a minha morte." - dizem eles. Não fazem férias, não saem à noite, não vão ao cinema, não fazem amor para não comprar preservativos, ou outro qualquer sistema contraceptivo. O que é que eles fazem? Preocupam-se com as notinhas e as moedinhas que, coitadinhas, não se sabem cuidar, nem contar, sozinhas. Onde está a diversão e a felicidade disto? Em lado nenhum. Cresçam.
Meus amigos, gastem dinheiro e divirtam-se. Sejam felizes que é o mais importante. Há por aí tanto sem abrigo e família pobre sempre com um sorriso na cara. Nós que temos um tecto por cima da cabeça, um carro e não mais que luxos, devíamos ter, não um, mas dois sorrisos. Que se **** (não vou dizer mais palavrões para não me chatearem) o dinheiro.
E era isto que tinha para escrever. Já dizia o Raúl Solnado: "Façam o favor de ser felizes!". E mais não digo.
Cumprimentos.
P.S.: Eu a dar conselhos morais? Algo vai mal no país Ricardino.
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