O Mito da Crise

Já não escrevo há algum tempo, pelo que hoje vou escrever a dobrar.

Começo pelo mito da crise. Porquê mito? Porque eu tenho tenho a prova de que a crise não existe. Não pode existir. Esta suposta crise económica só tem impacto nas nossas vidas porque, desde que surgiu a televisão, decidimos dar ouvidos a tudo o que lá aprece.

Há muito pouco tempo um estudo confirmou que a riqueza total mundial ronda os cerca de 32 biliões de Euros (muitos zeros, muitos, muitos). Isto daria cerca de 4 milhões de Euros a cada habitante da Terra. Quanto a vocês não sei, mas eu quero os meus 4 milhões.

Os principais bancos mundiais e a Reserva Federal Americana (empresa privada responsável por controlar todo o o dinheiro dos EUA, todo mesmo), imprimem dinheiro. Notas e moedas. Aquilo que supostamente move o planeta. Porque raio não imprimem mais? Enquanto houver papel e cobre estamos safos. Depois, muda-se o tipo de papel e o metal das moedas, onde está o problema?

Hoje os principais bancos europeus acordaram em perdoar parte da dívida de Grécia e em aumentar o fundo de resgate em mais 1 bilião de Euros. Ora, se em vez de darem esse bilião de Euros aos bancos dessem à população, resolviam-se mais de metade dos problemas de toda a união europeia (senão todos).

Ainda acham que há crise? Eu não. Não acredito nela e nunca acreditarei. Até porque, pelo que ouço, Portugal está em recessão há mais de 30 anos.

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