Liberdade
Liberdade. O que é a liberdade? Porque nos achamos livres? O que nos faz dizer que vivemos num tempo de liberdade?
Segundo o dicionário, liberdade é o direito de proceder conforme nos pareça, contando que esse direito não vá contra o direito de outrem; a condição do homem ou da nação que goza de liberdade; o conjunto das ideias liberais ou dos direitos garantidos ao cidadão. Seremos nós, seres humanos, portadores destas características? Gozam as nações de liberdade? Será que, só por termos direitos adquiridos e podermos, em certa medida, ter e partilhar ideias liberais? Não. Não temos o direito de proceder conforme nos pareça, pelo menos não no sentido lato da expressão. Se não for pelas regras de justiça, impostas pela sociedade, é pelas regras morais. O que planeia não fazer algo de produtivo, segundo a sociedade, com a sua vida é julgado. O que tenciona alterar o seu sexo, a sua crença religiosa, ou qualquer outro ponto da sua vida, que a civilização considere errado, é automaticamente julgado, não no tribunal, mas na praça pública. Ser livre é não julgar e não ser julgado. É deixar que o próximo viva conforme as suas crenças e os seus valores, mantendo, contudo, o respeito pelo seu igual.
"A liberdade de uma pessoa termina onde a liberdade de outra pessoa começa". É uma máxima poderosa, que, infelizmente, não é seguida pelos que se encontram no topo da "cadeia alimentar". Aqueles que, supostamente, deviam fornecer o exemplo a seguir. Vivemos na era da tecnologia, do conhecimento, na era em que, quase, todas as nações se dizem livres. Numa era em que o respeito e a irmandade deviam imperar. Seremos, então, livres? É esta a liberdade que queremos para os nosso filhos? Eu considero-me livre porque faço o que me apetece, quando me apetece. Sempre, ou em grande parte das vezes, com o maior respeito pelos meus companheiros ser vivos. Sigo as minhas crenças, os meus valores. Mas serei livre na realidade? Ou só no interior do cérebro que habita a minha caixa craniana?
O que é a liberdade? É uma questão que me assalta.
Segundo o dicionário, liberdade é o direito de proceder conforme nos pareça, contando que esse direito não vá contra o direito de outrem; a condição do homem ou da nação que goza de liberdade; o conjunto das ideias liberais ou dos direitos garantidos ao cidadão. Seremos nós, seres humanos, portadores destas características? Gozam as nações de liberdade? Será que, só por termos direitos adquiridos e podermos, em certa medida, ter e partilhar ideias liberais? Não. Não temos o direito de proceder conforme nos pareça, pelo menos não no sentido lato da expressão. Se não for pelas regras de justiça, impostas pela sociedade, é pelas regras morais. O que planeia não fazer algo de produtivo, segundo a sociedade, com a sua vida é julgado. O que tenciona alterar o seu sexo, a sua crença religiosa, ou qualquer outro ponto da sua vida, que a civilização considere errado, é automaticamente julgado, não no tribunal, mas na praça pública. Ser livre é não julgar e não ser julgado. É deixar que o próximo viva conforme as suas crenças e os seus valores, mantendo, contudo, o respeito pelo seu igual.
"A liberdade de uma pessoa termina onde a liberdade de outra pessoa começa". É uma máxima poderosa, que, infelizmente, não é seguida pelos que se encontram no topo da "cadeia alimentar". Aqueles que, supostamente, deviam fornecer o exemplo a seguir. Vivemos na era da tecnologia, do conhecimento, na era em que, quase, todas as nações se dizem livres. Numa era em que o respeito e a irmandade deviam imperar. Seremos, então, livres? É esta a liberdade que queremos para os nosso filhos? Eu considero-me livre porque faço o que me apetece, quando me apetece. Sempre, ou em grande parte das vezes, com o maior respeito pelos meus companheiros ser vivos. Sigo as minhas crenças, os meus valores. Mas serei livre na realidade? Ou só no interior do cérebro que habita a minha caixa craniana?
O que é a liberdade? É uma questão que me assalta.
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