Obsessão
Olho-te. Olho-te fixamente. Obcecado com tamanha beleza. Os teus olhos, as tuas curvas, a cor dos teus cabelos. Não consigo parar de olhar.
Aproximo-me. Toco-te. Sinto o calor do teu corpo, a sinuosidade da tua existência. Olho nos teus olhos, nas profundezas da tua alma. No mais íntimo do teu ser. Olhas de volta, sem saber o que fazer. Se foges, se ficas. Descobres coragem e tocas-me. Sentes-me. Relaxas e perdemo-nos os dois. Beijamo-nos, por fim. Um beijo apaixonado, ardente, carregado de luxúria e desejo.
Torno-me animal. Encarno o mais puro e verdadeiro eu. Rasgo-te a roupa, num ato de desespero. Não aguento mais, quero-te. Violentamente, atiro o teu corpo, agora nu, contra a parede, a dor que sentes excita-me e os meus lábios deixam os teus. Percorrem as tuas curvas e covas, até chegarem ao pote dourado. Perco-me nos teus gemidos e balbucias. Perco-me na temperatura demasiado elevada do momento e tu perdes o controlo. Atinges o clímax e deixas-te cair no chão, sem forças. Recuperas num ápice e num ato de loucura, segues o mesmo caminho e arrancas-me as calças, deixando desprotegido o meu melhor amigo. Encontras-te na posição correta e começas a acariciar o fruto do amor. O prazer a subir. O animal a ficar mais feroz ainda. A besta a querer sair para brincar.
Sinto um solavanco. O comboio parou. Cheguei à minha estação. Saio e tu segues viagem. Todo o cenário esmorece e a fantasia morre prematura. O animal em mim amansa. A obsessão desvanece. Penso no perigo que é haver mulheres bonitas no comboio, quando um homem nada mais tem para fazer. Tornamo-nos criadores de fantasias e despertamos instintos que devem permanecer encarcerados, para que mais ninguém os conheça. Criamos obsessões momentâneas. Divertimos a mente. Divertimos o ânimo. Traímos sem trair. Sonhamos acordados. Assumimos personagens. Aproveitamos o momento. Estamos vivos.
Aproximo-me. Toco-te. Sinto o calor do teu corpo, a sinuosidade da tua existência. Olho nos teus olhos, nas profundezas da tua alma. No mais íntimo do teu ser. Olhas de volta, sem saber o que fazer. Se foges, se ficas. Descobres coragem e tocas-me. Sentes-me. Relaxas e perdemo-nos os dois. Beijamo-nos, por fim. Um beijo apaixonado, ardente, carregado de luxúria e desejo.
Torno-me animal. Encarno o mais puro e verdadeiro eu. Rasgo-te a roupa, num ato de desespero. Não aguento mais, quero-te. Violentamente, atiro o teu corpo, agora nu, contra a parede, a dor que sentes excita-me e os meus lábios deixam os teus. Percorrem as tuas curvas e covas, até chegarem ao pote dourado. Perco-me nos teus gemidos e balbucias. Perco-me na temperatura demasiado elevada do momento e tu perdes o controlo. Atinges o clímax e deixas-te cair no chão, sem forças. Recuperas num ápice e num ato de loucura, segues o mesmo caminho e arrancas-me as calças, deixando desprotegido o meu melhor amigo. Encontras-te na posição correta e começas a acariciar o fruto do amor. O prazer a subir. O animal a ficar mais feroz ainda. A besta a querer sair para brincar.
Sinto um solavanco. O comboio parou. Cheguei à minha estação. Saio e tu segues viagem. Todo o cenário esmorece e a fantasia morre prematura. O animal em mim amansa. A obsessão desvanece. Penso no perigo que é haver mulheres bonitas no comboio, quando um homem nada mais tem para fazer. Tornamo-nos criadores de fantasias e despertamos instintos que devem permanecer encarcerados, para que mais ninguém os conheça. Criamos obsessões momentâneas. Divertimos a mente. Divertimos o ânimo. Traímos sem trair. Sonhamos acordados. Assumimos personagens. Aproveitamos o momento. Estamos vivos.
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