Sê Quem És, Sê Inteiro
Sê quem és, apregoam aos quatro ventos. Ser nós mesmos, mostrar quem realmente somos. Agir conforme os nossos valores, as nossas vontades. Ser felizes e viver a vida de acordo com o que achamos correto. Desde especialistas de recrutamento, a empresários, passando por jornalistas e políticos, até ao pequeno povinho. Ser quem somos e estar na totalidade em cada momento da vida. Mas será isso possível? Será que possuímos, de verdade, tamanha liberdade? Que podemos, de facto, levar a vida baseando-nos nas nossas crenças e nos valores que nos foram incutidos?
Num mundo em que apresentadores são despedidos por expressarem a sua opinião, chefes de redação são depostos por não concordar com as políticas da estação, funcionários são postos na rua por expressarem desagrado em relação a medidas da empresa e desempregados não conseguem trabalho por contar piadas nas redes sociais, não me parece que possamos mostrar o nosso verdadeiro ser. Em pleno século XXI, ainda somos, todos, descriminados. Ou pela cor da nossa pele, ou pela orientação sexual, ou pelas nossas crenças, ou, até mesmo, pela cor futebolística ou política.
Vivemos numa era que apela ao "pensamento fora da caixa", ao "sair da zona de conforto" e a outras coisas mais. Numa era que se diz moderna e sem tabus. Numa era que camufla velhos preconceitos, que esconde os seus problemas e corrupções. Uma era antiga, decrépita, que se acha evoluída, que alimenta crises por ganância, que cultiva fome sem misericórdia. Numa era que nos diz "sê tu mesmo e sê inteiro". Mas será que podemos, de facto, ser nós mesmos? Que podemos viver de acordo com o nosso ser mais puro? Com as nossas crenças e princípios? Pelo menos, devíamos. Mas deixo a pergunta no ar.
P.S.: Lamento os erros ortográficos e gralhas iniciais, mas o texto foi escrito num tablet e ainda me estou a habituar.
Num mundo em que apresentadores são despedidos por expressarem a sua opinião, chefes de redação são depostos por não concordar com as políticas da estação, funcionários são postos na rua por expressarem desagrado em relação a medidas da empresa e desempregados não conseguem trabalho por contar piadas nas redes sociais, não me parece que possamos mostrar o nosso verdadeiro ser. Em pleno século XXI, ainda somos, todos, descriminados. Ou pela cor da nossa pele, ou pela orientação sexual, ou pelas nossas crenças, ou, até mesmo, pela cor futebolística ou política.
Vivemos numa era que apela ao "pensamento fora da caixa", ao "sair da zona de conforto" e a outras coisas mais. Numa era que se diz moderna e sem tabus. Numa era que camufla velhos preconceitos, que esconde os seus problemas e corrupções. Uma era antiga, decrépita, que se acha evoluída, que alimenta crises por ganância, que cultiva fome sem misericórdia. Numa era que nos diz "sê tu mesmo e sê inteiro". Mas será que podemos, de facto, ser nós mesmos? Que podemos viver de acordo com o nosso ser mais puro? Com as nossas crenças e princípios? Pelo menos, devíamos. Mas deixo a pergunta no ar.
P.S.: Lamento os erros ortográficos e gralhas iniciais, mas o texto foi escrito num tablet e ainda me estou a habituar.
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