Prega-me Partidas
A minha mente tem-me pregado partidas. Partidas de muito mau gosto. Não me faz esquecer de coisas. Não tem brancas. Porém, faz-me ter pensamentos que não devia ter. Pensamentos que magoam e me assustam. Pensamentos que me fazem querer fazer coisas erradas, coisas das quais me arrependerei, quando for tarde demais.
A minha mente tem-me pregado partidas. Tem-me feito querer algo que prometi nunca querer. Assalta-me com memórias irreais de coisas que não aconteceram. Faz-me desejar o fim. O fim do mundo, o fim dos tempos. A última estação desta viagem.
A minha mente tem-me pregado partidas. Tem-me feito ter medo de mim mesmo. Medo de sonhar acordado ou a dormir. Medo da violência que me assola. Medo do meu ser e daquilo que o meu ser quer fazer.
A minha mente tem-me pregado partidas. Partidas que não são divertidas, que não invocam gozo, regozijo. Partidas infelizes. E eu tenho medo de cair.
A minha mente tem-me pregado partidas. Tem-me feito querer algo que prometi nunca querer. Assalta-me com memórias irreais de coisas que não aconteceram. Faz-me desejar o fim. O fim do mundo, o fim dos tempos. A última estação desta viagem.
A minha mente tem-me pregado partidas. Tem-me feito ter medo de mim mesmo. Medo de sonhar acordado ou a dormir. Medo da violência que me assola. Medo do meu ser e daquilo que o meu ser quer fazer.
A minha mente tem-me pregado partidas. Partidas que não são divertidas, que não invocam gozo, regozijo. Partidas infelizes. E eu tenho medo de cair.
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