2014
Ainda é cedo para um balanço, mas este tem de ser feito, já.
Se 2013 foi um ano de mudança, com perda de peso e mais cuidado com a saúde, 2014 foi muito mais à frente.
O ano em que alcancei os 30. 30 anos, dizem, é uma vida. Como todas as vidas, houve alegrias, tristezas, coisas surpreendentes, coisas menos surpreendentes, espetáculo, banalidade. 30 anos é muito tempo. Acontece muita coisa. Mas, chegado a esta "meta", constato que mudou alguma coisa? Não. Aliás, não mudou muito desde os tempos de criança. Continuo "viciado" em jogos de vídeo. Obrigo sempre, quem me acompanha nas aventuras de compras, a entrar na Toys R' Us, ou na zona de brinquedos do supermercado (acho que preciso de um filho). Continuo a fazer piadas, demasiado parvas, a torto e a direito. Sou mais responsável? Segundo os meus padrões, sim. Sou uma pessoa diferente? Um pouco, pois sinto que me tornei um velho rezingão, daqueles que acha que os jovens de hoje em dia fazem tudo errado. No entanto, ter 30 anos não é assim tão diferente de ter 20.
A não ser que a vossa namorada, com quem coabitam, decida, no início do ano, que quer casar daí a uns meses. Pois é, também casei. Em Janeiro a dama virou-se para mim e disse: "vamos casar". Ela ordenou. O pedido já tinha sido feito, por mim, em 2011 (creio) e achei que viver m conjunto era o suficiente. Só que não. Mas como eu não gosto de coisas normais, o mesmo que dizer que para normal basto eu, a coisa foi feita noutros termos. Casamento civil, em Punta Cana. Fomos os dois, sozinhos, de lua-de-mel e casamento marcado, tudo na mesma semana. Nem família, nem amigos. Apenas um casal apaixonado, que queria oficializar a sua relação conjugal, muito sol e muito rum à mistura (o calor assim o obrigava).
Este foi, em termos de rescaldo, o melhor ano até agora. Se a partir dos 30 é assim que as coisas funcionam, venham mais.
Se 2013 foi um ano de mudança, com perda de peso e mais cuidado com a saúde, 2014 foi muito mais à frente.
O ano em que alcancei os 30. 30 anos, dizem, é uma vida. Como todas as vidas, houve alegrias, tristezas, coisas surpreendentes, coisas menos surpreendentes, espetáculo, banalidade. 30 anos é muito tempo. Acontece muita coisa. Mas, chegado a esta "meta", constato que mudou alguma coisa? Não. Aliás, não mudou muito desde os tempos de criança. Continuo "viciado" em jogos de vídeo. Obrigo sempre, quem me acompanha nas aventuras de compras, a entrar na Toys R' Us, ou na zona de brinquedos do supermercado (acho que preciso de um filho). Continuo a fazer piadas, demasiado parvas, a torto e a direito. Sou mais responsável? Segundo os meus padrões, sim. Sou uma pessoa diferente? Um pouco, pois sinto que me tornei um velho rezingão, daqueles que acha que os jovens de hoje em dia fazem tudo errado. No entanto, ter 30 anos não é assim tão diferente de ter 20.
A não ser que a vossa namorada, com quem coabitam, decida, no início do ano, que quer casar daí a uns meses. Pois é, também casei. Em Janeiro a dama virou-se para mim e disse: "vamos casar". Ela ordenou. O pedido já tinha sido feito, por mim, em 2011 (creio) e achei que viver m conjunto era o suficiente. Só que não. Mas como eu não gosto de coisas normais, o mesmo que dizer que para normal basto eu, a coisa foi feita noutros termos. Casamento civil, em Punta Cana. Fomos os dois, sozinhos, de lua-de-mel e casamento marcado, tudo na mesma semana. Nem família, nem amigos. Apenas um casal apaixonado, que queria oficializar a sua relação conjugal, muito sol e muito rum à mistura (o calor assim o obrigava).
Este foi, em termos de rescaldo, o melhor ano até agora. Se a partir dos 30 é assim que as coisas funcionam, venham mais.
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