Vida de Estrada
Tempo para a segunda entrada do meu diário de estrada.
Tem sido a loucura. Entre os longos horários de trabalho e as mudanças de casa, mal há tempo para uma mijinha, quanto mais para escrever.
Cada vez há mais serviço, mais entregas, mais recolhas. Cada vez há mais caixas e sacos e coisas para transportar. São 21:17 da noite e entrei em casa não faz 10 minutos. Estar de rastos é pouco.
600 quilómetros por dia, creio, é muito quilómetro. 60 clientes entregues e mais de 20 recolhidos, uma média de 80 clientes e mais de duas centenas de pacotes entregues, acho, é muita coisa.
Mas bem, é assim a vida de quem escolhe ser estafeta. E faz-nos pensar ter colegas a avisar-nos que isto não, propriamente, ter vida.
Beijos e abraços.
Tem sido a loucura. Entre os longos horários de trabalho e as mudanças de casa, mal há tempo para uma mijinha, quanto mais para escrever.
Cada vez há mais serviço, mais entregas, mais recolhas. Cada vez há mais caixas e sacos e coisas para transportar. São 21:17 da noite e entrei em casa não faz 10 minutos. Estar de rastos é pouco.
600 quilómetros por dia, creio, é muito quilómetro. 60 clientes entregues e mais de 20 recolhidos, uma média de 80 clientes e mais de duas centenas de pacotes entregues, acho, é muita coisa.
Mas bem, é assim a vida de quem escolhe ser estafeta. E faz-nos pensar ter colegas a avisar-nos que isto não, propriamente, ter vida.
Beijos e abraços.
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