Coiso. Mais Uma Mini Biografia
Para um blogue que "fala" sobre nada, começam a haver demasiados textos sobre mim. Mas este eu precisava escrever, por falta de coragem de o expressar de outra forma.
Quem me conhece sabe que não sou a pessoa mais simpática do mundo. Eu sei que não sou. Aliás, devo andar mais perto de um Mau Tse Tung, do que de um Marcelo Rebelo de Sousa. Também não sou mal educado. Tive uma boa educação, que me permite saber algumas regras da sociedade.
Chego a algum lugar e cumprimento quem está. O problema é que é mais com um "bom dia", ou "boa tarde", ou "boa noite", do que com um beijo ou aperto de mão. E, muito raramente, é com um abraço. São muito poucas as pessoas que têm esse "privilégio". E, então, quando é para me despedir, aí, nem um aperto de mão levam. Especialmente se for em grandes festas, ou "ajuntamentos".
Não faço isto por má vontade, ou educação. E espero que ninguém se ofenda. Passei a minha infância, e alguma juventude, conhecido como o tímido do grupo. Não falava, não beijava, muitas vezes nem olhava para as pessoas menos conhecidas. A melhor amiga da minha namorada/esposa deve ter ouvido a minha voz três anos depois de me conhecer. Hoje já não sou assim. No entanto, o contacto físico com outras pessoas deixa-me desconfortável.
Estou muito melhor, do que era, no que toca à minha vergonha. Às vezes, até deixo os outros ficarem mal, com as minhas piadas e brincadeiras. Ainda assim, o contacto físico, com pessoas que não são do meu círculo, deixa-me mesmo muito desconfortável. Prefiro um "até logo" e "até amanhã", do que um abraço e dois beijinhos.
Não é maldade, é feitio.
P.S.: Acho que nunca escrevi um texto com tantas aspas.
Quem me conhece sabe que não sou a pessoa mais simpática do mundo. Eu sei que não sou. Aliás, devo andar mais perto de um Mau Tse Tung, do que de um Marcelo Rebelo de Sousa. Também não sou mal educado. Tive uma boa educação, que me permite saber algumas regras da sociedade.
Chego a algum lugar e cumprimento quem está. O problema é que é mais com um "bom dia", ou "boa tarde", ou "boa noite", do que com um beijo ou aperto de mão. E, muito raramente, é com um abraço. São muito poucas as pessoas que têm esse "privilégio". E, então, quando é para me despedir, aí, nem um aperto de mão levam. Especialmente se for em grandes festas, ou "ajuntamentos".
Não faço isto por má vontade, ou educação. E espero que ninguém se ofenda. Passei a minha infância, e alguma juventude, conhecido como o tímido do grupo. Não falava, não beijava, muitas vezes nem olhava para as pessoas menos conhecidas. A melhor amiga da minha namorada/esposa deve ter ouvido a minha voz três anos depois de me conhecer. Hoje já não sou assim. No entanto, o contacto físico com outras pessoas deixa-me desconfortável.
Estou muito melhor, do que era, no que toca à minha vergonha. Às vezes, até deixo os outros ficarem mal, com as minhas piadas e brincadeiras. Ainda assim, o contacto físico, com pessoas que não são do meu círculo, deixa-me mesmo muito desconfortável. Prefiro um "até logo" e "até amanhã", do que um abraço e dois beijinhos.
Não é maldade, é feitio.
P.S.: Acho que nunca escrevi um texto com tantas aspas.
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