Sexo, Porno e Gajas Nuas
Agora que chamei a vossa atenção, vamos falar de etiqueta.
Segundo a Paula Bobone, não devemos comer com os cotovelos na mesa. Ora, primeiro, vocês que passam a vida em restaurantes, olhem à vossa volta e vejam a quantidade de pessoas que não põe os cotovelos na mesa. Quantas são? Nenhuma. Em seguida, experimentem ir ao McDonald's e comer um daqueles hamburgers, sem pôr os cotovelos na mesa. É quase impossível. Comer sem usar os cotovelos é estúpido e, exageradamente, desconfortável. Tentem estar horas, sentados, direitinhos, numa cadeira, e ter as mãos nos joelhos, o tempo todo. Ficam todos doridos. Eu não acho que a Paula Bobone perceba alguma coisa de etiqueta. Ou então, para se ter etiqueta, tem que se estar, absurdamente, desconfortável: "Estou cheio de dores nas costas, já se me torcem os dedos dos pés, mas eu tenho etiqueta.".
Outra coisa com que eu não concordo é com o não dizer palavrões. Como homem do norte que sou, o meu dia não estaria completo sem um caralho, ou um primo próximo. Não seria a mesma coisa. São palavras do nosso quotidiano há vários séculos e estão, já, catalogadas nos dicionários nacionais. Logo, só alguém muito eloquente, que se preocupa em encontrar as palavras certas no dicionário, as consegue dizer. Por isso, é de boa etiqueta dizer palavrões, pelo menos no norte do país. Isto, sou eu que o digo.
E com isto vos deixo. A inspiração tem andado de férias, de modos que é o que se arranja.
Segundo a Paula Bobone, não devemos comer com os cotovelos na mesa. Ora, primeiro, vocês que passam a vida em restaurantes, olhem à vossa volta e vejam a quantidade de pessoas que não põe os cotovelos na mesa. Quantas são? Nenhuma. Em seguida, experimentem ir ao McDonald's e comer um daqueles hamburgers, sem pôr os cotovelos na mesa. É quase impossível. Comer sem usar os cotovelos é estúpido e, exageradamente, desconfortável. Tentem estar horas, sentados, direitinhos, numa cadeira, e ter as mãos nos joelhos, o tempo todo. Ficam todos doridos. Eu não acho que a Paula Bobone perceba alguma coisa de etiqueta. Ou então, para se ter etiqueta, tem que se estar, absurdamente, desconfortável: "Estou cheio de dores nas costas, já se me torcem os dedos dos pés, mas eu tenho etiqueta.".
Outra coisa com que eu não concordo é com o não dizer palavrões. Como homem do norte que sou, o meu dia não estaria completo sem um caralho, ou um primo próximo. Não seria a mesma coisa. São palavras do nosso quotidiano há vários séculos e estão, já, catalogadas nos dicionários nacionais. Logo, só alguém muito eloquente, que se preocupa em encontrar as palavras certas no dicionário, as consegue dizer. Por isso, é de boa etiqueta dizer palavrões, pelo menos no norte do país. Isto, sou eu que o digo.
E com isto vos deixo. A inspiração tem andado de férias, de modos que é o que se arranja.
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ResponderEliminardevo dizer qe sou uma mulher do centro e, tal como tu, dizer caralhadas é algo indispensável!
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