Balanço a Uma das Melhores Medidas que o Governo Sócrates Tomou Até Este Dia
E porque não consigo viver sem escrever, decidi acabar, oficialmente, com as férias do blog, mas prometo escrever mais espaçadamente, para dar tempo aos leitores, que não são muitos, mas são bons.
Decidi dar espaço de antena ao governo e fazer um pequeno balanço a quase um mês de proibição do tabaco, em espaços públicos fechados.
Pela primeira vez, na minha vida, tenho pena dos fumadores. Não sei qual será mais ridículo, obrigar os que não gostam do tabaco a fumar, ou juntarem-se todos, em bando, à porta dos estabelecimentos, a fumar. Parece que estão a esconder alguma coisa. Agora andam, alguns, a lutar pelas salas de chuto, qualquer dia vão andar os fumadores a fazer petições por salas de fumo e vai andar tudo a lutar pela legalização do tabaco. Mas acho que fazia falta uma medida assim. Quanto mais não seja para que nós, gente da comédia (só um bocadinho de auto-estima para me sentir melhor), possamos gozar com eles à vontade. É divertido chegar a uma grande superfície, como o Norteshopping, e ver toda a gente, funcionários incluídos, a fumarem à porta. É a tortura. O gajo que se arriscou a fumar para cima do Sócrates, faz favor ir lá pedir desculpa, a ver se ele muda a lei, porque um fumador de ressaca é pior que uma mulher com tensão pré-menstrual. Mas é óptimo entrar num centro comercial, na faculdade, no café da esquina, e respirar fundo. O ar já é quase mais puro do que aquele que se respira na serra de Sintra. E vejam o lado positivo: sempre podem fazer amizades. "Então? A fumar cá ora não é? Como vai a família?". Tem vantagens.
Em suma, concordo plenamente com a medida, apesar de começar a sentir pena dos coitadinhos. Ou então não tenho pena nenhuma e adoro que eles vejam o que sentiam as pessoas como eu, anti-tabágicas. Sofram com o vosso mal, sofram. Está-me, realmente, a dar prazer. É melhor parar antes que tenha um orgasmo.
Por hoje me despeço. "Ficainde" gostosamente.
Decidi dar espaço de antena ao governo e fazer um pequeno balanço a quase um mês de proibição do tabaco, em espaços públicos fechados.
Pela primeira vez, na minha vida, tenho pena dos fumadores. Não sei qual será mais ridículo, obrigar os que não gostam do tabaco a fumar, ou juntarem-se todos, em bando, à porta dos estabelecimentos, a fumar. Parece que estão a esconder alguma coisa. Agora andam, alguns, a lutar pelas salas de chuto, qualquer dia vão andar os fumadores a fazer petições por salas de fumo e vai andar tudo a lutar pela legalização do tabaco. Mas acho que fazia falta uma medida assim. Quanto mais não seja para que nós, gente da comédia (só um bocadinho de auto-estima para me sentir melhor), possamos gozar com eles à vontade. É divertido chegar a uma grande superfície, como o Norteshopping, e ver toda a gente, funcionários incluídos, a fumarem à porta. É a tortura. O gajo que se arriscou a fumar para cima do Sócrates, faz favor ir lá pedir desculpa, a ver se ele muda a lei, porque um fumador de ressaca é pior que uma mulher com tensão pré-menstrual. Mas é óptimo entrar num centro comercial, na faculdade, no café da esquina, e respirar fundo. O ar já é quase mais puro do que aquele que se respira na serra de Sintra. E vejam o lado positivo: sempre podem fazer amizades. "Então? A fumar cá ora não é? Como vai a família?". Tem vantagens.
Em suma, concordo plenamente com a medida, apesar de começar a sentir pena dos coitadinhos. Ou então não tenho pena nenhuma e adoro que eles vejam o que sentiam as pessoas como eu, anti-tabágicas. Sofram com o vosso mal, sofram. Está-me, realmente, a dar prazer. É melhor parar antes que tenha um orgasmo.
Por hoje me despeço. "Ficainde" gostosamente.
Gostei! E sem erro nenhum. Estás nitidamente a melhorar!
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