A Maravilhosa Arte do Circo
Maravilhosa arte circense, esta a que chamamos de vida. Ele é equilibristas, malabaristas, ilusionistas e domadores de feras. É um contínuo espetáculo, numa tenda que cessa apenas uma vez. É o circo em toda a sua magnitude e magnificência.
Começam os equilibristas, habituados a viver na corda-bamba. Em equilíbrios entre o início e o fim do mês. Segura uns trocos daqui, deposita os trocos ali. Esticamos de um lado, encolhemos do outro. Ora a vara vai para a direita, ora a vara vai para a esquerda, para contrabalançar.
Com igual mestria fazem os seus malabares. Uns com duas bolas, outros com massas. Sempre a tentar manter tudo no ar, sem perder nenhuma peça. É o carro para pagar, a escola dos miúdos, os seguros, a casa. Sempre em roda e em roda, sempre sem deixar cair.
Noutro campo, surgem os ilusionistas, heróis da mágica e do fantástico. Com passos sábios, fazem desaparecer objetos. Desaparecer para nunca mais serem vistos. "Plim!", foi-se um relógio. "Abracadabra", foi-se um ordenado. Os fenomenais artistas da magia.
Eis que aparecem, então, os artistas mais aguardados, os domadores de feras. Aquelas que controlam as massas. Aqueles que pegam nos animais amestrados e os fazem fazer umas piruetas e outras coisas engraçadas. Equilibrar umas bolas, dar uns saltos, oferecer, sem contestação, o pagamento do final de mês, etc.
E, para o final, fica reservada a alegria. Os malabaristas e equilibristas regressam à pista, desta vez vestindo a pele de palhaço, para animar as cortes.
Maravilhosa e bela que é esta arte circense, a que chamamos de vida. Os ilusionistas e os domadores recebem os louros, enquanto os equilibristas e malabaristas aquecem a plateia e ainda regressam para fazer figura de palhaço.
Começam os equilibristas, habituados a viver na corda-bamba. Em equilíbrios entre o início e o fim do mês. Segura uns trocos daqui, deposita os trocos ali. Esticamos de um lado, encolhemos do outro. Ora a vara vai para a direita, ora a vara vai para a esquerda, para contrabalançar.
Com igual mestria fazem os seus malabares. Uns com duas bolas, outros com massas. Sempre a tentar manter tudo no ar, sem perder nenhuma peça. É o carro para pagar, a escola dos miúdos, os seguros, a casa. Sempre em roda e em roda, sempre sem deixar cair.
Noutro campo, surgem os ilusionistas, heróis da mágica e do fantástico. Com passos sábios, fazem desaparecer objetos. Desaparecer para nunca mais serem vistos. "Plim!", foi-se um relógio. "Abracadabra", foi-se um ordenado. Os fenomenais artistas da magia.
Eis que aparecem, então, os artistas mais aguardados, os domadores de feras. Aquelas que controlam as massas. Aqueles que pegam nos animais amestrados e os fazem fazer umas piruetas e outras coisas engraçadas. Equilibrar umas bolas, dar uns saltos, oferecer, sem contestação, o pagamento do final de mês, etc.
E, para o final, fica reservada a alegria. Os malabaristas e equilibristas regressam à pista, desta vez vestindo a pele de palhaço, para animar as cortes.
Maravilhosa e bela que é esta arte circense, a que chamamos de vida. Os ilusionistas e os domadores recebem os louros, enquanto os equilibristas e malabaristas aquecem a plateia e ainda regressam para fazer figura de palhaço.
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