Outros
Há por aí quem diga que não nos devemos preocupar com o que os outros pensam.
Não me preocupo muito com o que os outros pensam, ou dizem sobre mim. Se assim fosse não escrevia, não falava, aliás, acho que nunca na vida tinha feito tudo o que fiz. Tímido como sou, se me preocupasse com opiniões externas, estava feito. Mas todos nós, sem excepção, acabamos por querer agradar.
Como escritor - coisa que não sei se sou - quero que alguém aprecie o que escrevo. No trabalho, quero fazer um bom serviço, para que o patrão fique contente. Em casa quero ser bom pai e bom marido. Tudo bem, podemos dizer que damos o nosso melhor, eu pelo menos dou, e que isso chega. Não chega. Acabamos sempre a pensar se não sei quem ficou chateado. Se não sei quem mais gostou. Se estão satisfeitos com o trabalho. Se somos bons progenitores. Sempre.
Um "colega de equipa", que não deve saber o significado de equipa desertou. Desapareceu sem deixar rasto. Sem um "arranjei melhor", ou "não és tu, sou eu". Simplesmente virou água e evaporou. Por esse facto, o Eu, ganhou mais uma responsabilidade, ser, DE NOVO, estafeta. Ontem, depois de 3 horas a correr, para trás e para frente, cheguei ao armazém e o patrão não me pareceu contente. Dei o meu melhor, entreguei tudo, sem problemas e ainda cheguei a tempo de ajudar. Não devia ser comigo. Ainda assim, não consegui deixar de me perguntar o que terei feito de errado.
Há por aí quem diga que não nos devemos preocupar com o que os outros pensam, mas creio que não nos é totalmente possível, está-nos no sangue.
Não me preocupo muito com o que os outros pensam, ou dizem sobre mim. Se assim fosse não escrevia, não falava, aliás, acho que nunca na vida tinha feito tudo o que fiz. Tímido como sou, se me preocupasse com opiniões externas, estava feito. Mas todos nós, sem excepção, acabamos por querer agradar.
Como escritor - coisa que não sei se sou - quero que alguém aprecie o que escrevo. No trabalho, quero fazer um bom serviço, para que o patrão fique contente. Em casa quero ser bom pai e bom marido. Tudo bem, podemos dizer que damos o nosso melhor, eu pelo menos dou, e que isso chega. Não chega. Acabamos sempre a pensar se não sei quem ficou chateado. Se não sei quem mais gostou. Se estão satisfeitos com o trabalho. Se somos bons progenitores. Sempre.
Um "colega de equipa", que não deve saber o significado de equipa desertou. Desapareceu sem deixar rasto. Sem um "arranjei melhor", ou "não és tu, sou eu". Simplesmente virou água e evaporou. Por esse facto, o Eu, ganhou mais uma responsabilidade, ser, DE NOVO, estafeta. Ontem, depois de 3 horas a correr, para trás e para frente, cheguei ao armazém e o patrão não me pareceu contente. Dei o meu melhor, entreguei tudo, sem problemas e ainda cheguei a tempo de ajudar. Não devia ser comigo. Ainda assim, não consegui deixar de me perguntar o que terei feito de errado.
Há por aí quem diga que não nos devemos preocupar com o que os outros pensam, mas creio que não nos é totalmente possível, está-nos no sangue.
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