Quem Não Deve Não Teme
Dizem que quem não deve não teme. Não sei se será assim tão verdade.
Não viajei muito, mas já estive em diferentes países e convivi com diferentes culturas. Ainda que, no fundo, sejamos todos iguais, porque somos, acabamos por ser todos diferentes.
Vivemos atrás de portas fechadas. Não deixamos que ninguém nos veja, nos bons e maus momentos. Ele é cortinas, persianas e, se possível, ainda umas portadas por cima. Somos uma cultura que se preocupa demasiado com o que o vizinho pensa. Se calhar, por "obra" dos tempos da PIDE. Mas isso já não faz qualquer sentido. Educam-nos a pensar assim. "Não faças isso, que parece mal", "Não digas isso, que as pessoas vão achar que és tolinho". Temos tanto receio que, sozinhos em casa, com tudo fechado, não saímos do banho sem uma toalha a cobrir as partes mundanas. Não damos, se quer, uma bufa em público - bem, eu conheço quem o faça.
Neste aspeto, os povos nórdicos e do leste da Europa, juntava também os espanhóis e os italianos no "mix", são muito mais abertos. Começo a achar que somos só mesmo nós. Já vi holandeses nus, alemães a fazer o amor com, salvo seja, tudo aberto, ingleses "chiques" a perder a compostura, etc., etc.. Sem qualquer preocupação sobre o que o vizinho do lado vai dizer ou pensar. Algo que se vê, ainda, na educação das crianças. Crianças portuguesas têm sempre um pai colado. Crianças de outros países têm... mais crianças.
Se eu me fosse preocupar sobre o que pensam, ou dizem, de mim, nunca na vida tinha escrito mais de um terço das coisas que escrevo. Penso nisso, como toda a gente, mas não deixo que isso me pare. Alguém me disse, há dias, que devemos usar máscaras. Mas porquê? Não devo nada a ninguém, não sou ninguém, não preciso de me esconder. Citação Guerra de Tronos: "Um homem não tem cara" - ou algo do género.
Dizem que quem não deve não teme.
Não viajei muito, mas já estive em diferentes países e convivi com diferentes culturas. Ainda que, no fundo, sejamos todos iguais, porque somos, acabamos por ser todos diferentes.
Vivemos atrás de portas fechadas. Não deixamos que ninguém nos veja, nos bons e maus momentos. Ele é cortinas, persianas e, se possível, ainda umas portadas por cima. Somos uma cultura que se preocupa demasiado com o que o vizinho pensa. Se calhar, por "obra" dos tempos da PIDE. Mas isso já não faz qualquer sentido. Educam-nos a pensar assim. "Não faças isso, que parece mal", "Não digas isso, que as pessoas vão achar que és tolinho". Temos tanto receio que, sozinhos em casa, com tudo fechado, não saímos do banho sem uma toalha a cobrir as partes mundanas. Não damos, se quer, uma bufa em público - bem, eu conheço quem o faça.
Neste aspeto, os povos nórdicos e do leste da Europa, juntava também os espanhóis e os italianos no "mix", são muito mais abertos. Começo a achar que somos só mesmo nós. Já vi holandeses nus, alemães a fazer o amor com, salvo seja, tudo aberto, ingleses "chiques" a perder a compostura, etc., etc.. Sem qualquer preocupação sobre o que o vizinho do lado vai dizer ou pensar. Algo que se vê, ainda, na educação das crianças. Crianças portuguesas têm sempre um pai colado. Crianças de outros países têm... mais crianças.
Se eu me fosse preocupar sobre o que pensam, ou dizem, de mim, nunca na vida tinha escrito mais de um terço das coisas que escrevo. Penso nisso, como toda a gente, mas não deixo que isso me pare. Alguém me disse, há dias, que devemos usar máscaras. Mas porquê? Não devo nada a ninguém, não sou ninguém, não preciso de me esconder. Citação Guerra de Tronos: "Um homem não tem cara" - ou algo do género.
Dizem que quem não deve não teme.
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