O Amor, Ai o Amor
Não percebo, como se diz na gíria, um boi de relações. Nada. E, cada vez menos, percebo as pessoas. Ainda assim, aqui vai a minha experiência, no que toca a relações amorosas.
Temos a tendência de entrar em relações sem conhecer a outra pessoa. Especialmente quando somos novos. Creio ser daí que advêm todos os problemas, como a violência doméstica e outros que agora não recordo. Tanto homens, como mulheres, saltam para um namoro sério, como para dentro de um par de cuecas. Hoje conhecem alguém, amanhã são namorados.
Dou o braço a torcer, a paixão, a atração, o desejo, tudo ajuda. "Quero aquela dama e quero-a agora", pensa todo o homem, digno desse nome, quando conhece uma menina bonita. Eu próprio mexi-me depressa demais. Vezes demais. É, acredito, parte do processo de aprendizagem. Só que há quem não aprenda e repita o processo até ao fim da vida.
Enquanto é namoro, as coisas até nem estão mal. Dá para corrigir facilmente. E, aqui, as mulheres levam alguma vantagem. No período de namoro, a maioria dos homens, mostra o que realmente é. E, se for abusivo, este comportamento já se vai notando na relação, ainda que alguns sejam verdadeiras bestas e deixem essas pérolas para quando a coisa é realmente séria. Verdadeiros machos latinos (sem pénis, só pode, mas machos à mesma). Para os homens é que é um pouco diferente.
Namoramos um, dois, três meses, quando não são dias, e decidimos juntar os trapos. "Ela é a tal. Vou-me casar". Nem sequer pensamos em fazer um período de teste. Como quando se compra um carro. Experimentar a ver se gostamos da condução. Não. Compramos o carro mesmo sem ver. Ele é casa, festa, e tudo o mais. Muitos, nem sabem se gostam da vida sexual, ou se algum dos dois sabe cozinhar, para, pelo menos, terem comida na mesa. E, meus amigos, aqui é que a porca torce o rabo.
Quando namoramos, as meninas tendem a tratar-se melhor. Arranjam-se, perfumam-se, fazem por não perder a compostura. Ao contrário de nós, investem mais no namoro. Aprimoram a coisa. É um facto, não há que levar a mal. As discussões também são menos, porque não há grande tempo para namorar e discutir ao mesmo tempo. Tudo é um pouco mais fácil, digamos. Depois de casar, ai, depois de casar, não há por onde fugir. Aí vemos a nossa mais que tudo no seu mais puro estado. Sem maquilhagem, depilação por fazer, cabelo desgrenhado, mau hálito. E piora. Pois para nós o sexo feminino não incorre em certos atos. Até o fazer. É verdade, solteiros, as mulheres arrotam, peidam-se e também fazem cocó.
Todo este maralhal de coisas assusta muito homem. Nunca sequer pensaram que seria assim. Nem lhes ocorre que, do outro lado, está outro ser humano. E, depois de avançar para a parte mais séria da relação, lembram-se que, se calhar, não conheciam a companheira assim tão bem. Isto provoca muitos problemas e situações desagradáveis, acabando, em muitos casos, com relações que pareciam fortes.
Para agravar, há ainda quem tente salvar uma relação sem futuro com filhos. Se não têm alicerces fortes, na vossa relação, o filho só vai destruir o que construíram. Esqueçam lá a história do salvador. No entanto, isto é outro tema e já toquei antes, salvo seja.
Não percebo nada de amor. Mas fica aqui a minha visão da coisa. Tenham calma nos passos que dão.
Temos a tendência de entrar em relações sem conhecer a outra pessoa. Especialmente quando somos novos. Creio ser daí que advêm todos os problemas, como a violência doméstica e outros que agora não recordo. Tanto homens, como mulheres, saltam para um namoro sério, como para dentro de um par de cuecas. Hoje conhecem alguém, amanhã são namorados.
Dou o braço a torcer, a paixão, a atração, o desejo, tudo ajuda. "Quero aquela dama e quero-a agora", pensa todo o homem, digno desse nome, quando conhece uma menina bonita. Eu próprio mexi-me depressa demais. Vezes demais. É, acredito, parte do processo de aprendizagem. Só que há quem não aprenda e repita o processo até ao fim da vida.
Enquanto é namoro, as coisas até nem estão mal. Dá para corrigir facilmente. E, aqui, as mulheres levam alguma vantagem. No período de namoro, a maioria dos homens, mostra o que realmente é. E, se for abusivo, este comportamento já se vai notando na relação, ainda que alguns sejam verdadeiras bestas e deixem essas pérolas para quando a coisa é realmente séria. Verdadeiros machos latinos (sem pénis, só pode, mas machos à mesma). Para os homens é que é um pouco diferente.
Namoramos um, dois, três meses, quando não são dias, e decidimos juntar os trapos. "Ela é a tal. Vou-me casar". Nem sequer pensamos em fazer um período de teste. Como quando se compra um carro. Experimentar a ver se gostamos da condução. Não. Compramos o carro mesmo sem ver. Ele é casa, festa, e tudo o mais. Muitos, nem sabem se gostam da vida sexual, ou se algum dos dois sabe cozinhar, para, pelo menos, terem comida na mesa. E, meus amigos, aqui é que a porca torce o rabo.
Quando namoramos, as meninas tendem a tratar-se melhor. Arranjam-se, perfumam-se, fazem por não perder a compostura. Ao contrário de nós, investem mais no namoro. Aprimoram a coisa. É um facto, não há que levar a mal. As discussões também são menos, porque não há grande tempo para namorar e discutir ao mesmo tempo. Tudo é um pouco mais fácil, digamos. Depois de casar, ai, depois de casar, não há por onde fugir. Aí vemos a nossa mais que tudo no seu mais puro estado. Sem maquilhagem, depilação por fazer, cabelo desgrenhado, mau hálito. E piora. Pois para nós o sexo feminino não incorre em certos atos. Até o fazer. É verdade, solteiros, as mulheres arrotam, peidam-se e também fazem cocó.
Todo este maralhal de coisas assusta muito homem. Nunca sequer pensaram que seria assim. Nem lhes ocorre que, do outro lado, está outro ser humano. E, depois de avançar para a parte mais séria da relação, lembram-se que, se calhar, não conheciam a companheira assim tão bem. Isto provoca muitos problemas e situações desagradáveis, acabando, em muitos casos, com relações que pareciam fortes.
Para agravar, há ainda quem tente salvar uma relação sem futuro com filhos. Se não têm alicerces fortes, na vossa relação, o filho só vai destruir o que construíram. Esqueçam lá a história do salvador. No entanto, isto é outro tema e já toquei antes, salvo seja.
Não percebo nada de amor. Mas fica aqui a minha visão da coisa. Tenham calma nos passos que dão.
Comentários
Enviar um comentário
Opiniões