Like Me
Não costumo ligar ao que os outros dizem, pensam, ou fazem, em relação a mim. Ou ligo? Claro que sim, mas tento não dar demasiada importância.
Todos temos uma necessidade de aprovação, por parte dos nossos pares. Ou procuramos "likes", nas redes sociais. Ou seguidores nos blogues, "vlogues" e coisas afim. Ou uma "palmada nas costas", pelo trabalho que fazemos. Ou o amor de filhos e esposos/namorados. Todos procuramos agradar. E ficamos tristes quando a foto que publicamos não tem gostos, quando o texto que escrevemos não tem leituras, ou quando o patrão não diz "muito bom" do projeto que entregamos.
Isso acaba por se tornar uma obsessão, nada saudável. Conheço quem viva concentrado naquilo que os vizinhos dizem, os sogros pensam, ou os colegas fazem. Não "vivem", para não serem criticados. Não vestem isto ou aquilo. Não fazem o amor. Não ouvem música. Não riem. Não é, mesmo, nada saudável.
No meu caso, o que os meus patrões pensam do meu trabalho, a minha família pensa do meu comportamento, ou o que a minha mulher pensa de mim, são importantes. Algumas vezes perco o controlo e vou-me abaixo, por ficar sem auto-estima. É perigoso.
Não devemos deixar que os outros e, muito menos, as suas opiniões controlem a nossa vida. No entanto, infelizmente, é isso que acabamos por fazer.
Faço, todos os dias, por não dar importância ao que os outros dizem, pensam, ou fazem em relação a mim. É um trabalho contínuo.
Todos temos uma necessidade de aprovação, por parte dos nossos pares. Ou procuramos "likes", nas redes sociais. Ou seguidores nos blogues, "vlogues" e coisas afim. Ou uma "palmada nas costas", pelo trabalho que fazemos. Ou o amor de filhos e esposos/namorados. Todos procuramos agradar. E ficamos tristes quando a foto que publicamos não tem gostos, quando o texto que escrevemos não tem leituras, ou quando o patrão não diz "muito bom" do projeto que entregamos.
Isso acaba por se tornar uma obsessão, nada saudável. Conheço quem viva concentrado naquilo que os vizinhos dizem, os sogros pensam, ou os colegas fazem. Não "vivem", para não serem criticados. Não vestem isto ou aquilo. Não fazem o amor. Não ouvem música. Não riem. Não é, mesmo, nada saudável.
No meu caso, o que os meus patrões pensam do meu trabalho, a minha família pensa do meu comportamento, ou o que a minha mulher pensa de mim, são importantes. Algumas vezes perco o controlo e vou-me abaixo, por ficar sem auto-estima. É perigoso.
Não devemos deixar que os outros e, muito menos, as suas opiniões controlem a nossa vida. No entanto, infelizmente, é isso que acabamos por fazer.
Faço, todos os dias, por não dar importância ao que os outros dizem, pensam, ou fazem em relação a mim. É um trabalho contínuo.
Comentários
Enviar um comentário
Opiniões